quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Silêncio

Sou mais apressada que o vento, gosto de ser máquina, gosto de ser o que ninguém vê, gosto de misturar cores com magia da pureza do viver, gosto de venenos, dos venenos mais perigosos, que só eu uso diariamente e loucamente esqueço de tudo que me cerca.
Gosto, aprecio de tudo um pouco, só não gosto de apreciar a vontade, a dor, o calor que o amor me faz sentir.
Quero ser gente grande, não quero ser mais a garotinha de 17 anos que troca de amores como quem troca figurinhas, quero sentir o perigo do amor, quero viver um amor de verdade, quero amar e ser amada na mesma sintonia, na mesma vibração.
Não quero poder abrir meu livro e ver o antigo amor, aquele que eu amei e não fui amada, se for de muito porre pedir, preferia que eu esquecesse e ele e ele não me esquecesse... também não quero mais amar alguém que tem medo de me amar, não necessito disso. EU DISSE NÃO.
Conto de fadas para a minha cabeça já era, conto de fadas aonde o sapo vira princípe é para crianças da idade que eu já tive um dia, não sei por que o meu mundo ainda insiste em conto de fadas sendo que minha cabeça já quer se entregar ao princípe logo de cara sem medo da punhalada nas costas que eu possa levar, ou até, nem possa levar, poderei ser a chapeuzinho vermelho com sorte na vida.
Tudo isso são confissões de uma adolescente que deve tar com TPM e loucura pelo sexo masculino!
Por favor, não acredite nessas baboseiras, é tudo tecno;
Mas, esse tecno bem que poderia virar realidade!

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