sexta-feira, 19 de junho de 2009

Parte de um teatro feito na escola - Carlos Drummond de Andrade - Poesia, Inconfesso Desejo

Ao entrar por aquela porta sinto o seu sorriso preencher todos os vazios da minha vida ... os seus cabelos encaracolados ao vento, tão linda tão perfeita para mim, parecia que conhecia você a anos, prontamente fui correspondido com um sorriso que me deixo pensando a noite inteira, afinal eu só tenho olhos para ela...
Passei durante todo esse tempo calado, tinha medo de falar uma gota de amor, sou confuso, atrapalhado com as ideias, talvez você nem ligaria para mim ... afinal no meio da minha vida descubro que tenho cancêr e que tenho poucos dias de vida, mais antes de morrer tinha que revelar o segredo que guardava comigo, mais não tinha forças pra revelar, e coloquei tudo dentro de uma caixa embrulhada em papel brilhante como os seus olhos e enlaçada como a chama do nosso amor. Queria estar do seu lado agora para te revelar isso mais sei que isso não é possivel

Adeus!

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Era madrugada do inverno de 1973, o relógio marcava 22:22 da noite, isso não parecia ser algo normal mais me lembrava 4 patinhos na lagoa felizes com a vida enquanto eu me odiava cada vez mais.
Minutos, segundos, horas se passam e eu aqui olhando para o nada, sozinha e solitária, e logo penso, preciso de algo para me destrair preciso de pessoas, preciso de calor humano, preciso do meu baralho, preciso da minha terapia cotidiana (o cigarro) , quero um conhaque, algo doce, que me traga felicidade de volta.
Estou perdida no mundo, não acho respostas para as minhas questões, sou solitária, existe tristeza no meu caminho, meus amigos me abandonaram, minha família não é mais a mesma comigo, eu não sou mais a mesma. Acho, que tenho culpa no cartório, talvez se eu beber?! talvez não, eu vou beber! não vai me adiantar de nada mesmo melhorar.

sábado, 6 de junho de 2009


A Lua me encanta completamente !* ai ai (calma não estou apaixonada)

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Consigo ver tudo claramente... é como se alguém, cujo o nome desconheço me mostrasse.!*