Sei que é estranho, mas literalmente enchergo tudo que há de dentro dessa caixa.Pensamentos, prosas, juras e juras de amor, passados que não voltam mais, brincadeiras que ao mesmo tempo eu fiz se tornar realidade, posso dizer que passados mal resolvidos também guardei dentro dessa caixa, afinal, é a minha caixa... a caixa... que demorei anos para construir como também anos para decora-lá. Mas, como de praste, ainda não foi necessário arruma-lá toda, ainda tenho muitas dinvidades a conquistar, ainda tenho vários palcos para subir, tenho pessoas me esperando, tenho dificuldades aguardando minha recaida... porém sou forte.
A minha caixa não é como todas, é diferente, tem brilho próprio, tem suor e lágrima tem vitória... mas também tem derrota... tem alegria, assim como eu sou, eu me considero a alegria...
Escondo dentro dessa caixa a minha verdadeira identidade, por dentro dela há um nariz de palhaço e por fora o meu roteiro, pois a vida é uma peça de teatro como diria Charles Chaplin, poriso não permite ensaios.
Momentos a gente não escolhe, nós vivemos eles, poriso prefiro que me deixe contagiar uma verdadeira e eterna criança, assim faço tudo que mais desejo, dançar, rir, cantar, chorar, amar e desejar pois sendo assim viverei eternamente no mundo da lua e direi sempre eu estive aqui nesse mundo confuso e flori o meu próprio palco sozinha e depositei em minha caixa da sorte, naquela... naquela caixa aonde tudo é possivel e que só eu enchergo.
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