Era madrugada do inverno de 1973, o relógio marcava 22:22 da noite, isso não parecia ser algo normal mais me lembrava 4 patinhos na lagoa felizes com a vida enquanto eu me odiava cada vez mais.
Minutos, segundos, horas se passam e eu aqui olhando para o nada, sozinha e solitária, e logo penso, preciso de algo para me destrair preciso de pessoas, preciso de calor humano, preciso do meu baralho, preciso da minha terapia cotidiana (o cigarro) , quero um conhaque, algo doce, que me traga felicidade de volta.
Estou perdida no mundo, não acho respostas para as minhas questões, sou solitária, existe tristeza no meu caminho, meus amigos me abandonaram, minha família não é mais a mesma comigo, eu não sou mais a mesma. Acho, que tenho culpa no cartório, talvez se eu beber?! talvez não, eu vou beber! não vai me adiantar de nada mesmo melhorar.
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