domingo, 19 de setembro de 2010



Queria tanto ir, e fui!

domingo, 5 de setembro de 2010

sábado, 31 de julho de 2010

Sei lá.

Sei lá, as vezes me sinto sozinha, as vezes me sinto protegida, as vezes quero dar amor outras quero ser amada e outras nem quero amar, sou muito confusa com minhas ideias, me assusto com qualquer coisa, caiu no buraco e fico pensando como vou sobreviver dentro dele... e não, tentando achar uma saída... sou estranha, muitos não me entendem.
As vezes vou por cima, as vezes por baixo e também fico no meio, mais quer saber de uma coisa, nada vai me adiantar ficar aqui chorando pelo trofeu perdido, basta-me somente, VIVER! viver me basta e me da mais energia.. não só para viver.. mais para amar e ser amada!

domingo, 18 de julho de 2010

"Sei que existem ocasiões de muito sofrimento. Sei que existem ocasiões de muita tristeza. Sei que existem noites que choramos de dor. Sei também que existem dias em que somos magoados injustamente... Nessas ocasiões, minha companheira, experimente bater a porta do meu coração. O meu coração está sempre aberto para você, Os meus olhos possuem lágrimas para chorar junto com você, Os meus ouvidos estão sempre prontos para ouvi-la. De coisas alegres, não é necessário falar, Percebo perfeitamente em seu semblante. De coisas tristes e ruins, conte tudo a mim, Deixe-me carregar a metade de seu corpo pesado de tristeza para que juntos possamos caminhar até quando nossa amizade for permetida durar." (Daisaku Ikeda)

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Clima tenso, um frio de dar nervos, toda sexta-feira sempre parecia ser a mesma, nunca mudava, tudo não passava de um ritual, não tinha jeito.. as mesmas caras, os mesmos lugares, os mesmos momentos e a mesma falta de vontade.
A pergunta não saia da cabeça, ficar sentada na cadeira e olhar para o relógio, não solucionava o meu problema, o meu sufoco não passava, a minha garganta enroscava, meus olhos só tinham conhecimento de um lugar.. do relógio que ficava na parede... cosando os olhos com a mão, só pra ver se a hora passava.. descendo a mão e parando no queijo, pronto, segurei a cabeça.. e agora fica aquele famoso ponto de interrogação e aquele queixo caído e aquela cara de que aonde eu fui amarrar o meu burro!
Pergunto ou não pergunto? ham... se eu perguntar... ele pode gostar como não pode gostar, mas se eu não tentar eu não vou saber... e se eu tentar eu vou saber até coisas que não seria necessário... mas? é melhor deixar pra lá... não! é melhor perguntar do que ficar com a cabeça do tamanho de uma melancia... mas eu não quero perguntar.. oras, simples, não pergunte... mas se eu não perguntar não vou viver nos próximos 2 meses! filho, oi? quer saber de uma coisa... diga Pai... das coisas só não sabe quem não quer... o direito é de todos... as pessoas podem ser injustas com você, o mundo pode ser traiçoeiro, mas o seu coração nunca te permite que você seja assim, aliás muitas vezes por falta de amor ele pode te obrigar a fazer algo que não queira, mas o seu coração? é o melhor remédio para as ventanias!

domingo, 4 de abril de 2010

O dia que todos que te amam vão lembrar ainda mais de você, principalmente aqueles que você não vê a séculos mais que por alegria nunca esquecem que nesse dia você fica mais jovem e não mais velho como muitos dizem por aí.
Dia de ganhar presentes, ser paparicado pela família e amigos, receber telefonemas, abraços, carinho, comemorar, dar bastante risada... pode ser uma vez por ano... mais é um dia que se não aproveitado com afinco não se torna o seu aniversário e depois você se sentirá culpado por isso.
Renovar nossos objetivos e ideias fazemos todos os dias, só que além do seu ano estar começando nesse dia, nessa exata hora é de merecimento refletir sobre atitudes do presente e além de preservar o nome que carrega no peito ser um pouco benevolente e renovar suas posturas e mudar suas ideias também farão parte desse dia.
Por isso não considere o dia de seu aniversário como um dia qualquer e sim, um dia que cada um de nós renascemos refletimos e decidimos que quem vai construir a história sou eu!

quarta-feira, 17 de março de 2010

Sentimento vazio

São Paulo, 05 de março de 1983.
Noite, nada estrelada, tempo feio, ônibus lotado... pessoas te esmagando e só porque você é magrinha acham que tem o direito de te levar junto com esses bundões que só por Deus viu.
O motorista parecia que tinha problemas com banheiro, afinal toda vez que alguém apertava aquela bendita campanhia pra informar que ia descer no próximo o motorista já ia preparando sua freiadas inéditas.. uma delas eu quase atravessei a catraca, é, sério... se fosse idosa tinha graça era só ficar lá na frente bajulando os velhos e pimba, mas era jovem, era não, ainda sou... nesse balancejo do ônibus, no desenrolar que meu estomago está fazendo depois do Mc cheddar do Mc Donald, no sono e no cansaso que as pessoas transmitem, pareciam até querer me levar junto com precisão, nos momentos loves de uma garota apaixonada pelo seu novo namorado que pode estar botando um chifre nela à duas quadras perto da casa dela... esses celulares viu, foi aí... filmei... ninguém mandou eu ter olhos tão potentes, olhei para a janela do ônibus e vi a sombra de uma moça cosando os olhos, e tentando disfarçar que tudo estava bem, bem mal por sinal né, aqueles foninhos de ouvido pareciam deixar ela pior, ela cantava baixinho, somente para ela escutar, devia ser alguma música romântica que a cada frase que ela repetia a emoção era maior e se via a vontade de derramar lágrimas jamais vistas, e aqueles foninhos de ouvido pareciam o seu melhor inimigo naquela hora, de forma alguma não alegrava, só entristecia, e as horas passavam e o sofrimento era maior, mas dava pra se notar a impaciência da moça, as bufadas com a boca, as olhadas para os lados para disfarçar as lágrimas e tudo isso me parecia novela mexicana. Quando começei a me intereçar como telespectadora fanática um carinha levanta e dá o lugar para ela sentar, the end, não vi seu rosto, não vi quem eras, e também nunca mais verei.