Escrevendo só pra não deixar em branco ;D
Passagem do livro: "O caçador de pipas"
" O velho estava sentado junto a um muro de barro. Os seus olhos cegos eram como prata derretida encrustada em duas crateras profundas, idênticas. Curvando sobre a bengala, o vidente passa a mão nodosa por cabeça."
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
domingo, 25 de outubro de 2009
Arrumando minha bagunça a alguns dias atrás, achei uma coisa que pra mim tem um valor enorme mais para muitos não passa de uma pequena folha de caderno escrito a alguns anos atrás por uma adolescente revoltada com a vida, que dizia assim:
Falto uma pessoa, não posso ter me retratado dela direito, mas é uma das pessoas mais importantes na minha vida!
Quando o relógio parou eu parei, mas ela não deixo eu parar, imensas vezes ficou brava, até algumas vezes se chateo.
Ela é muito reservada para as coisas, as vezes finge de não saber, mais sabe de boa parte.
Até então organizada, mas se falar de bagunça tá dentro.
Porem bastante divertida.
Sabe que eu nem sei como agradeço ela, são de tantos jeitos que as formas ainda não foram encontradas.
Todo mundo queto, quando menos você ve, quem ta rindo sozinha?
Sempre eve muita paciência pra me aguentar.
Se fosse me referir à ela em publico, diria que é uma das melhores Professoras;
Uma pessoa espetacular
Alegre
Que sinto, muita, mas, muita saudade dessa doida.
Ela tem cara pra ser minha mãe, sempre quando me vê pergunta como está a escola.
Bebê, não acredito que você vai fazer isso comigo!
Nossa que fashion!
Bruxinha do Pantano!
Pois sabe de uma coisa, vou levar esse nome pra sempre comigo que é
Roberta Castro
02.12.2006
Falto uma pessoa, não posso ter me retratado dela direito, mas é uma das pessoas mais importantes na minha vida!
Quando o relógio parou eu parei, mas ela não deixo eu parar, imensas vezes ficou brava, até algumas vezes se chateo.
Ela é muito reservada para as coisas, as vezes finge de não saber, mais sabe de boa parte.
Até então organizada, mas se falar de bagunça tá dentro.
Porem bastante divertida.
Sabe que eu nem sei como agradeço ela, são de tantos jeitos que as formas ainda não foram encontradas.
Todo mundo queto, quando menos você ve, quem ta rindo sozinha?
Sempre eve muita paciência pra me aguentar.
Se fosse me referir à ela em publico, diria que é uma das melhores Professoras;
Uma pessoa espetacular
Alegre
Que sinto, muita, mas, muita saudade dessa doida.
Ela tem cara pra ser minha mãe, sempre quando me vê pergunta como está a escola.
Bebê, não acredito que você vai fazer isso comigo!
Nossa que fashion!
Bruxinha do Pantano!
Pois sabe de uma coisa, vou levar esse nome pra sempre comigo que é
Roberta Castro
02.12.2006
domingo, 18 de outubro de 2009
Quero que saiba que me completa. Que quando some deixa um buraco sem fim aqui dentro,
que nada nem ninguém é capaz de preencher. Que é intenso, que é verdadeiro, que não tem fim.
Que o nosso sentimento envolve todas as cores, do preto ao azul mais claro. Que envolve todos os sabores, amargos, doces e até os levementes críticos, só pra dar água na boca.
Que abrange os mais belos perfumes. O sol, a lua, a chuva... a grama molhada numa tarde fria, o vento na cortina, o chocolate quente na cama, aquela música que a gente tanto quer daçnar tocando na pista, o livro que não sai da cabeçeira, a foto que não sai da carteira, o cinema com pipoca e tudo mais, a tarde entre amigos, o teu sorriso, o nosso abraço, o nosso mundo.
que nada nem ninguém é capaz de preencher. Que é intenso, que é verdadeiro, que não tem fim.
Que o nosso sentimento envolve todas as cores, do preto ao azul mais claro. Que envolve todos os sabores, amargos, doces e até os levementes críticos, só pra dar água na boca.
Que abrange os mais belos perfumes. O sol, a lua, a chuva... a grama molhada numa tarde fria, o vento na cortina, o chocolate quente na cama, aquela música que a gente tanto quer daçnar tocando na pista, o livro que não sai da cabeçeira, a foto que não sai da carteira, o cinema com pipoca e tudo mais, a tarde entre amigos, o teu sorriso, o nosso abraço, o nosso mundo.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Um sonho:
Estou perdido em uma tempestade de neve. O vento assobia, atirando pedacinhos de gelo que espetam os meus olhos. Vou cambaleando, os pés afundando em camadas daquela brancura fofa. Grito por socorro, mas o vento não deixa que os meus gritos sejam ouvidos. Caio e fico ofegando na neve, perdido naquela imensidão branca, com o lamento do vento soando nos meus ouvidos. Vejo que a neve está apagando as minhas pegadas. " Agora sou um fantasma", penso eu, "um fantasma sem pegadas", volto a gritar, com a esperança sumindo como as marcas dos meus passos. Desta vez, porém, há uma reposta longínqua. Protejo os olhos com as maõs e dou um jeito de me sentar. Além das cortinas flutuantes de neve, tenho a breve visão de algo se movendo, um borrão de cor. Uma forma familiar se materializa. Uma mão se estende na minha direção. Vejo profundos talhos paralelos cortando a sua palma e o sangue escorrendo, tingindo a neve. Seguro aquela mão e, de repente, a neve desaparece. Estamos em um campo de relva verde-clara e macios flocos de nuvens deslizam no céu. Olho para cima e vejo o céu claro colhado de pipas verdes, amarelas, vermelhas, laranja. Elas cintilam à luz do entardecer.
Estou perdido em uma tempestade de neve. O vento assobia, atirando pedacinhos de gelo que espetam os meus olhos. Vou cambaleando, os pés afundando em camadas daquela brancura fofa. Grito por socorro, mas o vento não deixa que os meus gritos sejam ouvidos. Caio e fico ofegando na neve, perdido naquela imensidão branca, com o lamento do vento soando nos meus ouvidos. Vejo que a neve está apagando as minhas pegadas. " Agora sou um fantasma", penso eu, "um fantasma sem pegadas", volto a gritar, com a esperança sumindo como as marcas dos meus passos. Desta vez, porém, há uma reposta longínqua. Protejo os olhos com as maõs e dou um jeito de me sentar. Além das cortinas flutuantes de neve, tenho a breve visão de algo se movendo, um borrão de cor. Uma forma familiar se materializa. Uma mão se estende na minha direção. Vejo profundos talhos paralelos cortando a sua palma e o sangue escorrendo, tingindo a neve. Seguro aquela mão e, de repente, a neve desaparece. Estamos em um campo de relva verde-clara e macios flocos de nuvens deslizam no céu. Olho para cima e vejo o céu claro colhado de pipas verdes, amarelas, vermelhas, laranja. Elas cintilam à luz do entardecer.
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