domingo, 25 de outubro de 2009
Falto uma pessoa, não posso ter me retratado dela direito, mas é uma das pessoas mais importantes na minha vida!
Quando o relógio parou eu parei, mas ela não deixo eu parar, imensas vezes ficou brava, até algumas vezes se chateo.
Ela é muito reservada para as coisas, as vezes finge de não saber, mais sabe de boa parte.
Até então organizada, mas se falar de bagunça tá dentro.
Porem bastante divertida.
Sabe que eu nem sei como agradeço ela, são de tantos jeitos que as formas ainda não foram encontradas.
Todo mundo queto, quando menos você ve, quem ta rindo sozinha?
Sempre eve muita paciência pra me aguentar.
Se fosse me referir à ela em publico, diria que é uma das melhores Professoras;
Uma pessoa espetacular
Alegre
Que sinto, muita, mas, muita saudade dessa doida.
Ela tem cara pra ser minha mãe, sempre quando me vê pergunta como está a escola.
Bebê, não acredito que você vai fazer isso comigo!
Nossa que fashion!
Bruxinha do Pantano!
Pois sabe de uma coisa, vou levar esse nome pra sempre comigo que é
Roberta Castro
02.12.2006
domingo, 18 de outubro de 2009
que nada nem ninguém é capaz de preencher. Que é intenso, que é verdadeiro, que não tem fim.
Que o nosso sentimento envolve todas as cores, do preto ao azul mais claro. Que envolve todos os sabores, amargos, doces e até os levementes críticos, só pra dar água na boca.
Que abrange os mais belos perfumes. O sol, a lua, a chuva... a grama molhada numa tarde fria, o vento na cortina, o chocolate quente na cama, aquela música que a gente tanto quer daçnar tocando na pista, o livro que não sai da cabeçeira, a foto que não sai da carteira, o cinema com pipoca e tudo mais, a tarde entre amigos, o teu sorriso, o nosso abraço, o nosso mundo.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Estou perdido em uma tempestade de neve. O vento assobia, atirando pedacinhos de gelo que espetam os meus olhos. Vou cambaleando, os pés afundando em camadas daquela brancura fofa. Grito por socorro, mas o vento não deixa que os meus gritos sejam ouvidos. Caio e fico ofegando na neve, perdido naquela imensidão branca, com o lamento do vento soando nos meus ouvidos. Vejo que a neve está apagando as minhas pegadas. " Agora sou um fantasma", penso eu, "um fantasma sem pegadas", volto a gritar, com a esperança sumindo como as marcas dos meus passos. Desta vez, porém, há uma reposta longínqua. Protejo os olhos com as maõs e dou um jeito de me sentar. Além das cortinas flutuantes de neve, tenho a breve visão de algo se movendo, um borrão de cor. Uma forma familiar se materializa. Uma mão se estende na minha direção. Vejo profundos talhos paralelos cortando a sua palma e o sangue escorrendo, tingindo a neve. Seguro aquela mão e, de repente, a neve desaparece. Estamos em um campo de relva verde-clara e macios flocos de nuvens deslizam no céu. Olho para cima e vejo o céu claro colhado de pipas verdes, amarelas, vermelhas, laranja. Elas cintilam à luz do entardecer.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
domingo, 12 de julho de 2009
Metrô!
A Correria sempre fez parte do meu dia a dia é uma coisa incrível, todo mundo que me vê diz que sempre estou correndo, e é verdade .. porem, ao entrar dentro do metrô a primeira coisa que pensei é que quando chegasse em casa iria sobre um caderno velho quase caindo a capa relatar o sobre o metrô ... não sei como, mais talvez esteja saindo algo de interessante que eu possa ler daqui a alguns anos... e ao entrar dentro de um dos vagãoes do metrô, pela primeira vez, mesmo atrasada e com a cabeça em outras coisas malucas que meu cérebro reproduz (é coisas malucas mesmo) eu parei pra prestar atenção na minha viagem de Santana até a estação São Bento.
As pessoas do metrô me pareciam ter um ar de defunto, sério ... sério ...
alias, seriíssimo... observando cada rosto, cada olhar pude perceber que as pessoas estavam preocupadas com uma coisa: O SERVIÇO ... mais alem disso percebi que elas não sabiam viver afinal mesmo que todos aqueles seres poderiam estar atrasados antes de um longo dia de trabalho teriam que ter um tempo para estarem felizes consigo mesmos e o metrô era a oportunidade, mais deixa pra lá ... não vai ser legal eu continuar esse assunto ... mais eu dizia que fora a presa algumas pessoas tentando se distrair para a hora passar rápido olhavam na janela e tentavam procurar uma paisagem no qual as fascinasse e só viam prédios ... prédios e prédios... Outras escutavam o famoso MP4 que hoje já é uma febre em todo o mundo, só falta os bebês escutarem enquanto isso outras pessoas com caras bem séria outras até com um respirar de alivio de felicidade, foi aí que eu comecei a me sentir bem vendo pessoas do meu modo de ser com o sorriso nas bochechas, foi quando meus olhos se viraram para uma realidade vista em vários lugares!
Um menino, cara de jovem, olhar de tristeza entra e consigo leva uma sacola enorme e dentro dessa sacola levava doces a 50 centavos para vender a qualquer um que quisesse, para depois no final do dia levar uma pequena quantidade em dinheiro conseguido com muito suor, a sua mãe que mais tarde contaria o dinheiro e no outro dia iria ao mercado para comprar algo de comer para seus filhos menores, coisa simples mais pelo menos eles não passariam fome. O menino muito ligeiro, em um minuto, conseguiu convencer a maioria das pessoas a comprar o seu produto … a sua rapidez me comoveu parecia que fazia anos que ele praticava esse “esporte” nada fácil.
Quando achei que eu já tinha visto coisa triste demais chega um casal com um menino no colo.
Um Senhor com roupas velhas e uma senhora de saia toda amarrotada e bem naquele frio e um menino lindo que me parecia dizer: Esse menino tem futuro.. Nisso o Senhor diz: Bom Dia, desculpa estar atrapalhando a viagem dos senhores, mais eu e minha família estamos passando por um momento difícil a ponto de nem ter direito comida para dar ao nosso filho que é pequeno e tem poucos anos de idade, chegando a ponto de que quando chove nossa casa imunda por dentro e a chuva acaba levando as pequenas coisas que temos pelo fato de morarmos em um barraco, enfim, nossa vida é bastante difícil e nisso pedimos cinco centavos, dez centavos, o que vocês tiverem, por favor, eu preciso ajudar a minha família que esta passando por um momento difícil … algumas pessoas comovidas com a história deram um real, dois reais, enfim o que tinham … logo apos, o cara disse, muito obrigado, bom trabalho aos que vão e bom descanso aos que estão chegando, Deus é grande é ira abençoar todos vocês, obrigado mais uma vez … após a família sair me senti triste, e aí pensei a seguinte situação, nós que temos tudo que queremos reclamamos por que cada vez queremos mais, só que se a agente pensasse um pouco mais naqueles que não tem e mesmo assim dão um duro danado para ter, seriamos verdadeiros vencedores na vida.
Senti-me feliz de sair de meus pensamentos loucos pelo menos uma vez para prestar atenção na dura realidade que alguns seres humanos tende a ter… e sai daquele metrô com outra cabeça… enfim, lição de vida e como diria uma pessoa cujo no qual gosto muito, disse a mim, Vivendo e aprendendo.